Nivaldo

 

 

Não sabes do viver em minha mente,

nem de onde, o sofrimento duradouro,

que chega até a parecer imorredouro,

e eu o sinto assim, constantemente!

 

Não sabes da angústia à minha frente

e nem o porque de tntos desdouros.

Em mim as derrotas afastam os louros,

que nas vitórias certo viriam, docemente!

 

A vida é assim; o que fazer?

Serenidade!

A ponto de me sentir

olhando os lírios do campo,

sem me desgastar de ansiedade.

 

Raro o dia que não me sinta em martírios.

Canso-me, porém, às vezes;

e na verdade penso que tudo isso

não passe de delírios!

 

 

 

 

 

         

 

 

 

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Publicado em 02/11/2009