Gosto de escrever sobre as coisas das quais não entendo.

Não entendo um céu sem estrelas.

Não entendo um mar sem ondas...

Não entendo um rio sem peixes!

Não entendo um sorriso sem o encanto único

da poesia de um olhar mágico.

Não entendo a vida sem paixão.

Não entendo a vida sem amor!

Das paixões, aprendi todas as rimas, mas…

De amor?...

Qual a diferença?... Onde está o ponto fatal do poema?...

Penso que o mistério está nas rimas da rotina.

Os dias pesam mais do que os versos das madrugadas

que se preparam para o inverno.

Ainda ouço o sorriso de uma brisa de outono

do outro lado da rua,

bailando no silêncio da janela do meu quarto.

Preciso gravar esse momento…

Cá estou, cumprindo a sina de poeta apaixonado.

Boa noite, amor!

Boa noite, solidão!

É complicado!

Não tem como a gente escrever

sobre os mistérios da vida

sem falar dos poderes das paixões, mas...

A gente segue a brincar com o encanto das rimas,

a musicalidade da métrica,

as coisas dos sonhos impossíveis,

dos amores platônicos...

E a esperança de novos luares,

com sabor de música e silêncios.

A palavra final é: __ Esperança!

Sempre, sempre em nossos sonhos.

Final feliz…

Por onde anda você?...

 

 

 

                   

 

 

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Publicado em 28/07/2014