O que ficou no passado, pertence ao passado:

não tem mais como voltar.

É o que digo e repito a este meu coração insensato,

inutilmente,

que insiste em se alimentar de lembranças

obscurecidas pela memória enganosa;

que mistura sentimentos adversos

que  ficaram retidos lá atrás,

num outro espaço de tempo...

A música no ar...

O perfume...

O olhar...

As carícias...

Ah, perdição!

E por mais que a consciência acuse,

o coração irreverente se recusa a sair de lá

e se entregar a uma nova tentativa de ser feliz,

porque lá é que encontra

a verdadeira felicidade.

 

 

 

 

 

         

 

 

 

 

 

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Publicado em  01/09/2017