Sempre foram teus os meus poemas,

mesmo que eu negasse

na tentativa de me enganar,

todas as vezes que a pena corria sobre o papel

eram para ti meus pensamentos...

Folhas e mais folhas destruí

arrependida de confessar minha fraqueza...

Toda a saudade de um tempo passado,

que nunca passou,

jorrando em folhas em branco,

transformando um simples papel

numa ode ao amor contido no peito...

E é este amor que carrego comigo,

este amor que até mesmo tu desconheces,

que acalenta minha alma nas noites solitárias...

A saudade e as lembranças se mesclam

E o tempo retrocede...

O tempo em que te amei...

O tempo em que ainda te amo!

 

 

 

 

        

 

 

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Publicado em  22/09/2015