Aquilo que existe em mim, e faz parte de mim,

pode ser transformado.

 

Aquilo que é do outro, e faz parte do outro,

só pode ser transformado pelo outro

 

e será compreendido e aceito por mim

dentro dos meus limites.

 

Posso falar ao outro como me sinto

em relação ao que ele faz ou diz.

 

Mas não tenho o poder de controlar o que ele faz ou diz.

 

Não posso afirmar:

"aquilo que você fez ou disse, me feriu".

 

Eu é que me feri com aquilo que o outro fez ou disse.

 

Sou dono das minhas emoções, sensações e sentimentos.

 

Sou dono das minhas atitudes, pensamentos e palavras.

 

Não é coerente dizer que fiz algo com alguém

só porque alguém fez outra coisa comigo primeiro.

 

Agindo assim sou apenas resposta e eco.

 

É mais valioso optar por agir

ao invés de apenas reagir.

 

É mais sensato perceber

que sou senhor das minhas ações,

 

e se faço ou fiz algo

sou o grande responsável por isso.

 

Reconheço que as rédeas do meu destino

estão em minhas mãos.

 

E me recuso a segurar as rédeas do destino do outro.

 

Busco o amor em sua mais bela expressão.

 

E por isso abro mão de querer

ter o controle sobre a vida do outro.

 

Quero amar com liberdade.

 

Quero amar com plenitude.

 

Quero amar antes de tudo porque é bom amar.

 

 

 

 

 

 

         

 

 

 

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Publicado em 17/11/2015